Por trás de cada atendimento, uma engrenagem reúne mais de 780 profissionais, 39 milhões de medicamentos dispensados por ano, 3 milhões de refeições produzidas e uma estrutura que nunca para
Quando um paciente chega ao Complexo Funfarme, encontra médicos, enfermeiros e equipes assistenciais prontas para atendê-lo. O que quase ninguém vê é a estrutura que trabalha continuamente para que esse atendimento aconteça. Durante 24 horas por dia, centenas de profissionais atuam nos bastidores garantindo que medicamentos estejam disponíveis, refeições terapêuticas cheguem aos leitos e toda a infraestrutura do hospital permaneça funcionando com segurança e eficiência.
No Dia do Hospital, celebrado em 2 de julho, a Funfarme destaca três áreas essenciais para o funcionamento do maior complexo hospitalar da região: o Serviço de Farmácia, o Serviço de Nutrição e Dietética e a Engenharia. Juntos, esses setores reúnem mais de 780 profissionais e sustentam uma operação que movimenta milhões de medicamentos, milhões de refeições e uma estrutura que funciona ininterruptamente para atender milhares de pacientes todos os meses.
Uma rede de farmácias para que nenhum tratamento pare
Na Farmácia, o trabalho começa muito antes de o medicamento chegar ao leito. Cada item passa por armazenamento, controle de estoque, rastreabilidade, conferência, separação e distribuição. Além da logística, farmacêuticos clínicos acompanham pacientes internados, analisam prescrições e atuam ao lado da equipe multiprofissional para garantir o uso seguro e racional dos medicamentos.
As 19 farmácias que existem no Complexo Funfarme dispensam, em média, mais de 112 mil medicamentos e materiais hospitalares por dia, garantindo que cirurgias, atendimentos de urgência, sessões de quimioterapia, hemodiálise e demais procedimentos ocorram sem interrupções. No total, são mais de 39 milhões de medicamentos e materiais dispensados por ano.
“A importância de todo o processo farmacêutico pode ser compreendida por meio da analogia de que o hospital funciona como um aeroporto, enquanto a farmácia atua como o centro de controle de tráfego aéreo dos medicamentos. Nesse sentido, a farmácia não é responsável por “pilotar” o tratamento, mas por proporcionar que todo o fluxo medicamentoso ocorra de forma segura, organizada e no destino correto, prevenindo erros de medicação e falhas no processo assistencial”, afirma Helga Tâmara, responsável pelo Serviço de Farmácia Funfarme.
Muito além da cozinha: alimentação também faz parte do tratamento
No Serviço de Nutrição e Dietética, o cuidado também é planejado nos mínimos detalhes. A alimentação faz parte do tratamento e cada refeição é preparada conforme a condição clínica do paciente. Além da cozinha de produção, o serviço conta com cozinha dietética, lactário, padaria, açougue, almoxarifado e equipes responsáveis pela distribuição das refeições em todas as unidades do complexo, uma cozinha que nunca para produz cerca de 255 mil refeições por mês, o equivalente a 8.500 refeições por dia.
Se fossem destinadas apenas à população de São José do Rio Preto, as refeições preparadas pela Funfarme ao longo de um ano seriam suficientes para alimentar todos os moradores da cidade por mais de seis dias.
Todos os meses, passam pela cozinha da Funfarme cerca de 40 toneladas de hortifrutis, 30 toneladas de carnes, mais de 12 toneladas de grãos e quase 19 mil litros de leite. A padaria própria produz aproximadamente 270 mil itens de panificação por mês, abastecendo diariamente pacientes, acompanhantes, médicos e colaboradores. São aproximadamente 3 milhões de refeições produzidas anualmente.
“DIA DO HOSPITAL: os bastidores do maior complexo hospitalar do interior paulista que você não percebe
Por trás de cada atendimento, uma engrenagem reúne mais de 780 profissionais, 39 milhões de medicamentos dispensados por ano, 3 milhões de refeições produzidas e uma estrutura que nunca para
Quando um paciente chega ao Complexo Funfarme, encontra médicos, enfermeiros e equipes assistenciais prontas para atendê-lo. O que quase ninguém vê é a estrutura que trabalha continuamente para que esse atendimento aconteça. Durante 24 horas por dia, centenas de profissionais atuam nos bastidores garantindo que medicamentos estejam disponíveis, refeições terapêuticas cheguem aos leitos e toda a infraestrutura do hospital permaneça funcionando com segurança e eficiência.
No Dia do Hospital, celebrado em 2 de julho, a Funfarme destaca três áreas essenciais para o funcionamento do maior complexo hospitalar da região: o Serviço de Farmácia, o Serviço de Nutrição e Dietética e a Engenharia. Juntos, esses setores reúnem mais de 780 profissionais e sustentam uma operação que movimenta milhões de medicamentos, milhões de refeições e uma estrutura que funciona ininterruptamente para atender milhares de pacientes todos os meses.
Uma rede de farmácias para que nenhum tratamento pare
Na Farmácia, o trabalho começa muito antes de o medicamento chegar ao leito. Cada item passa por armazenamento, controle de estoque, rastreabilidade, conferência, separação e distribuição. Além da logística, farmacêuticos clínicos acompanham pacientes internados, analisam prescrições e atuam ao lado da equipe multiprofissional para garantir o uso seguro e racional dos medicamentos.
As 19 farmácias que existem no Complexo Funfarme dispensam, em média, mais de 112 mil medicamentos e materiais hospitalares por dia, garantindo que cirurgias, atendimentos de urgência, sessões de quimioterapia, hemodiálise e demais procedimentos ocorram sem interrupções. No total, são mais de 39 milhões de medicamentos e materiais dispensados por ano.
“A importância de todo o processo farmacêutico pode ser compreendida por meio da analogia de que o hospital funciona como um aeroporto, enquanto a farmácia atua como o centro de controle de tráfego aéreo dos medicamentos. Nesse sentido, a farmácia não é responsável por “pilotar” o tratamento, mas por proporcionar que todo o fluxo medicamentoso ocorra de forma segura, organizada e no destino correto, prevenindo erros de medicação e falhas no processo assistencial”, afirma Helga Tâmara, responsável pelo Serviço de Farmácia Funfarme.
Muito além da cozinha: alimentação também faz parte do tratamento
No Serviço de Nutrição e Dietética, o cuidado também é planejado nos mínimos detalhes. A alimentação faz parte do tratamento e cada refeição é preparada conforme a condição clínica do paciente. Além da cozinha de produção, o serviço conta com cozinha dietética, lactário, padaria, açougue, almoxarifado e equipes responsáveis pela distribuição das refeições em todas as unidades do complexo, uma cozinha que nunca para produz cerca de 255 mil refeições por mês, o equivalente a 8.500 refeições por dia.
Se fossem destinadas apenas à população de São José do Rio Preto, as refeições preparadas pela Funfarme ao longo de um ano seriam suficientes para alimentar todos os moradores da cidade por mais de seis dias.
Todos os meses, passam pela cozinha da Funfarme cerca de 40 toneladas de hortifrutis, 30 toneladas de carnes, mais de 12 toneladas de grãos e quase 19 mil litros de leite. A padaria própria produz aproximadamente 270 mil itens de panificação por mês, abastecendo diariamente pacientes, acompanhantes, médicos e colaboradores. São aproximadamente 3 milhões de refeições produzidas anualmente.
“O Serviço de Nutrição é feito por pessoas que cuidam de pessoas. Nossa equipe atua desde a avaliação nutricional até a produção e a distribuição de milhares de refeições. Cada refeição preparada e entregue representa o compromisso de oferecer uma alimentação segura, nutritiva e de qualidade. Acreditamos que alimentar vai muito além de nutrir. O alimento também acolhe, conforta, desperta memórias e pode levar felicidade, especialmente nos momentos em que as pessoas mais precisam de cuidado. O ser humano tem uma relação única com a alimentação, e nós temos o privilégio de fazer parte dessa história todos os dias.”, afirma Andreza Rocha, gerente responsável pelo Serviço de Nutrição e Dietética da Funfarme.
A engenharia que mantém o hospital funcionando
Enquanto medicamentos chegam aos pacientes e refeições são preparadas diariamente, outra equipe trabalha para garantir que toda a estrutura do hospital continue operando sem interrupções. Com 160 profissionais distribuídos entre marcenaria, pintura, hidráulica, serralheria, manutenção predial, climatização e manutenção de equipamentos médicos, a Engenharia da Funfarme atua continuamente para manter o complexo hospitalar em pleno funcionamento.
Além da manutenção da estrutura física e tecnológica do hospital, o setor também desenvolve projetos voltados à sustentabilidade e à eficiência energética, buscando reduzir custos e ampliar a capacidade de investimento da instituição.
“Buscamos incessantemente novos projetos para otimização e economia dos recursos hídricos e energéticos da Funfarme. Em relação à agua, fizemos um projeto, e estamos em busca de recursos para execução desta obra. Trata-se de um sistema de reaproveitamento de água da lavanderia e também reaproveitaremos a água oriunda das osmoses da hemodiálise, usando a tecnologia de ‘flotadoras’”, diz Rodrigo Plazas, engenheiro clínico e de infraestrutura hospitalar da Funfarme.
Ele explica que a iniciativa prevê uma economia de aproximadamente 15% de toda a água consumida pelo complexo, reduzindo o consumo mensal de 25 mil para cerca de 21,2 mil metros cúbicos. A economia mensal de 3.750 metros cúbicos de água equivale ao consumo médio de aproximadamente 200 residências com cinco moradores cada.
Na área de energia, a instituição também executa, em parceria com a CPFL, a substituição de 234 aparelhos antigos de ar-condicionado por um moderno sistema de climatização do tipo chiller. A expectativa é de uma economia de aproximadamente R$ 800 mil por ano, recursos que poderão ser reinvestidos diretamente na melhoria da assistência prestada aos pacientes.
São estruturas que funcionam sem interrupção, durante 24 horas por dia, todos os dias do ano. Um trabalho silencioso que raramente aparece para quem está do lado de fora, mas que sustenta milhares de atendimentos, procedimentos e internações todos os meses.
“Um hospital funciona graças ao trabalho integrado de centenas de profissionais, muitos deles longe dos olhos de quem chega para um atendimento. Farmácia, Nutrição e a Engenharia são exemplos de setores estratégicos que atuam ininterruptamente para garantir que a assistência aconteça com qualidade, segurança e eficiência. No Dia do Hospital, queremos justamente valorizar esses bastidores e reconhecer o trabalho de equipes que, mesmo sem aparecer, são fundamentais para que o cuidado chegue até cada paciente da forma que ele merece”, afirma Dr. Horácio Ramalho, diretor executivo da Funfarme.
No fim, aquilo que o paciente vê — uma medicação administrada na hora certa ou uma bandeja de refeição chegando ao leito — é apenas a etapa final de uma engrenagem que mobiliza centenas de profissionais e faz do cuidado uma missão permanente dentro da Funfarme.”, afirma Andreza Rocha, responsável pelo Serviço de Nutrição e Dietética da Funfarme.
A engenharia que mantém o hospital funcionando
Enquanto medicamentos chegam aos pacientes e refeições são preparadas diariamente, outra equipe trabalha para garantir que toda a estrutura do hospital continue operando sem interrupções. Com 160 profissionais distribuídos entre marcenaria, pintura, hidráulica, serralheria, manutenção predial, climatização e manutenção de equipamentos médicos, a Engenharia da Funfarme atua continuamente para manter o complexo hospitalar em pleno funcionamento.
Além da manutenção da estrutura física e tecnológica do hospital, o setor também desenvolve projetos voltados à sustentabilidade e à eficiência energética, buscando reduzir custos e ampliar a capacidade de investimento da instituição.
“Buscamos incessantemente novos projetos para otimização e economia dos recursos hídricos e energéticos da Funfarme. Em relação à agua, fizemos um projeto, e estamos em busca de recursos para execução desta obra. Trata-se de um sistema de reaproveitamento de água da lavanderia e também reaproveitaremos a água oriunda das osmoses da hemodiálise, usando a tecnologia de ‘flotadoras’”, diz Rodrigo Plazas, engenheiro clínico e de infraestrutura hospitalar da Funfarme.
Ele explica que a iniciativa prevê uma economia de aproximadamente 15% de toda a água consumida pelo complexo, reduzindo o consumo mensal de 25 mil para cerca de 21,2 mil metros cúbicos. A economia mensal de 3.750 metros cúbicos de água equivale ao consumo médio de aproximadamente 200 residências com cinco moradores cada.
Na área de energia, a instituição também executa, em parceria com a CPFL, a substituição de 234 aparelhos antigos de ar-condicionado por um moderno sistema de climatização do tipo chiller. A expectativa é de uma economia de aproximadamente R$ 800 mil por ano, recursos que poderão ser reinvestidos diretamente na melhoria da assistência prestada aos pacientes.
São estruturas que funcionam sem interrupção, durante 24 horas por dia, todos os dias do ano. Um trabalho silencioso que raramente aparece para quem está do lado de fora, mas que sustenta milhares de atendimentos, procedimentos e internações todos os meses.
“Um hospital funciona graças ao trabalho integrado de centenas de profissionais, muitos deles longe dos olhos de quem chega para um atendimento. Farmácia, Nutrição e a Engenharia são exemplos de setores estratégicos que atuam ininterruptamente para garantir que a assistência aconteça com qualidade, segurança e eficiência. No Dia do Hospital, queremos justamente valorizar esses bastidores e reconhecer o trabalho de equipes que, mesmo sem aparecer, são fundamentais para que o cuidado chegue até cada paciente da forma que ele merece”, afirma Dr. Horácio Ramalho, diretor executivo da Funfarme.
No fim, aquilo que o paciente vê — uma medicação administrada na hora certa ou uma bandeja de refeição chegando ao leito — é apenas a etapa final de uma engrenagem que mobiliza centenas de profissionais e faz do cuidado uma missão permanente dentro da Funfarme.


