Com o tema “Meu Pet, Nossa História”, o Pet Paz realiza encontro no dia 30 de maio com roda de conversa, lançamento de livro e vivências emocionais
Para quem divide a vida com um animal de estimação, a despedida é muito mais do que um adeus a um pet; é o encerramento de um capítulo de amor incondicional e a perda de um membro da família. No entanto, enquanto o coração do tutor chora, a sociedade muitas vezes silencia essa dor com frases que minimizam o luto. Para acolher esses sentimentos e validar essa história de amor, o Pet Paz promove, no dia 30 de maio (sábado), o evento “Meu Pet, Nossa História”.
Das 8h às 12h, o encontro oferecerá um espaço de escuta e afeto para quem enfrenta o vazio deixado por um companheiro de quatro patas, pelos ou penas. A programação inclui o lançamento do livro “Meu cachorro morreu, e agora?”, de Leandro Sosi, tutor da icônica Golden Retriever Julieta (do perfil @julietapelomundo), onde compartilhará sua própria jornada de saudade e ressignificação.
O Direito de Sentir
O que muitos rotulam como “exagero” é, na verdade, um luto legítimo e profundo. Estudos indicam que a perda de um animal pode gerar impactos psicológicos tão concretos quanto a morte de um familiar. “O luto pela perda de um animal ainda é silencioso e incompreendido. Quem viveu esse vínculo sabe o quanto ele é verdadeiro. Nossa proposta é acolher essa dor com sensibilidade, amor e respeito”, explica Marcela Pinoti, organizadora do evento.
Para Sonia Caprio, gerente do Pet Paz, a iniciativa é uma resposta a uma necessidade social urgente. “Vivencio essas despedidas diariamente e sei que, em muitos casos, o pet é o companheiro mais próximo de uma pessoa. Validar essa dor é um ato de humanidade”, destaca.
O evento não será apenas sobre a perda, mas sobre a honra de ter compartilhado a vida com seres tão especiais. A veterinária integrativa Bárbara Junqueira também participará da manhã, trazendo sua visão sobre o papel ético do cuidado no momento da partida. “Cuidar de quem sofre pela perda de um animal é parte da nossa responsabilidade humana”, afirma a profissional.
